segunda-feira, 16 de novembro de 2009

domingo, 1 de novembro de 2009

campanha de 25/10/2009 morte em familia

No inicio todos foram levados nos carros ‘’Eco Sport – preto’’ para a área rural mais próxima. Embora lobo e mata fosse uma perfeita combinação, a noite não estava nada para isso. Passando 1 ou 2 quilômetros mata-a-dentro, os Garous avistaram uma Bela casa Muito bem iluminada. Do lado de fora, uma família inteira fazia um churrasco (pela quantidade de carros e pessoas do lado de fora, calcula-se que também estavam parentes entre sogros primos e sobrinhos). De fato não é comum um desfile de 25 ecos Sport preto com insulfilm numa cidade (quanto mais no campo!), mas para espanto dos Garous, a família acenava para os carros como se fosse comum a passagem destes por aqui. Mais 1 quilometro adiante e encontrou-se uma casa bem velha e obviamente escura. Os 25 carros pararam... na verdade 2 continuaram o percurso em forma de contorno (apenas os carros com os Garous). Apache pensou em “virar” o jogo mesmo sabendo que uma ferida de bala de prata disparada por uma uzi doeria por semanas ou até meses. Entretanto a idéia teve que “baixar”, pois quando olhava para a janela via as sombras saltando entre as arvores... Pequenas sobras, mas inúmeras, ao ponto de tapar o reflexo de Luna... Desmotivado, apache apenas olha para baixo.
Os dois carros chegaram aos fundos da propriedade escura e todos desembarcaram. Um dos vampiros abriu uma porta de porão e de trás da mesma, uma imensa porta de aço. Todos desceram as escadas. A porta do porão ficava aos pés de uma grande rocha o que parecia que o caminho era por baixo da pedra, mas ainda sim não era uma caverna... Mais parecia um corredor...
Alguns metros de caminhada no escuro e logo uma luz amarela/vermelha se movimentava no fim do túnel. Ao chegarmos percebemos que a área era muito grande e ao norte d’ela havia uma grande fogueira com um mastro de execução bem próximo; ao sul, uma construção moderadamente econômica: janelas de alumínio, vidros retos, paredes cinza... Era um laboratório; ao leste uma casa de mestre-de-obras (daquelas que o cara dorme na obra mesmo... um barracão de 8x5m.) e vale lembrar que os dois carros chegaram do oeste depois do túnel através de uma minúscula estrada de chão próximo ao corredor subterrâneo de pedra. Os 5 Garous (Pantro, Kanak, Apache, Ronnin e wisky) foram levados para ‘’esse tal laboratório” e colocados em 3 celas separadas.

Estava claro que o espanto foi de primeira, na cela do Ronnin já havia um preso (que todos sentiam que era um garou). Poucos minutos de conversa e já sabíamos que ele se chamava fedegos e que não fazia a mínima idéia de que estava fazendo ali ou como foi parar no mesmo local. Poucos minutos se passaram e chegaram 6 vampiros fortemente armados com armas cromadas (dando o entendimento que os projeteis eram confeccionados de prata) e levaram Ronnin, Kanak e apache para fora. E da mesma forma não demorou muito para que gritos de fúria e dor pudessem ser ouvidos do lado de fora. Também não é preciso comentar que tal fúria foi como que “contagiante” para os Garous. Pantro, tenta arrebentar as grades, e na tentativa aparecem 15 vampiros desarmados no intuito de apenas deter-los. Pantro começa o combate e logo Whisky e fedegos também “Crinam”. Com o desenrolar da “covarde luta” (Rs...) pantro começa a quebrar a parede do laboratório e sobe para o telhado juntamente com os outros dois Garous (claro que nas extremidades da construção... dã!). em seguida, os vampiros também sobem ao telhado e com o peso, o mesmo vem ao chão voltando todos os 3 Garous para suas respectivas celas (mas todas já arrombadas). [aqui entraria várias lutas, mas me proponho lembrar apenas do combate de fedegos com duas espadas que pegou do outro lado do biombo (vide mapa).
“uma tesoura e o vampiro tira a cabeça fora do golpe.
Um soco do vampiro e uma mão vampirica bem machucada (rs)
Outra tesoura e o vampiro escapa mais uma vez...
Outro soco do vampiro e nada...
Uma katana enfiada no tórax na parte esquerda e uma cabeça de vampiro decepada pela cimitarra com a mão direita resolvem o problema. (que engraçada foram essas manobras...)
Os 3 (pantro, fedegos e wisky) saltam novamente para o telhado no sul e avistam no norte o Ronnin fixado no toco com uma barra de ferro no meio da barriga e as duas axilas sangrando, perfuradas...
Depois disso, wisky deu a volta por trás da casa (sul) e foi nos fundos do alojamento (ao leste) [sobre uma boa rolada de dados incluindo a “infalível” furtividade. Nos fundos do alojamento (leste) havia uma janela e whisky entrou.

Ao descer Wisky sentiu o cheiro do Ronnin na sela, mas ele não estava lá. Olhou para a porta perto da escada e pode notar pela silhueta dos pelos e das orelhas que Kanak estava numa espécie de cama de tortura em forma de “X” de madeira. Sala escura, e apenas uma luz tipo de interrogatório compunham a cena. Wisky arrombou a porta e pode contemplar a dramática visão. Em sua frente, Kanak jazia pregado naquele X completamente escapelado, com uma mordaça de prata entro os dentes. No chão, a direita de whisky havia um par de manoplas feitas de prata, comas pontas dos dedos pontiagudas e alugns pêlos na palma da mão.
Sim! Wisky entrou sim em choque, mas segurou o focinho para não uivar numa mistura de ódio, angustia e tristeza. (agora era pessoal! Bem pessoal!)
Foi à porta a esquerda e encontrou apache na mesma situação (X) mas intacto e vivo. Wisky percebeu que os vampiros que estavam aqui subiram as escadas quando o teto do laboratório (sul) desabou. Então wisky livrou apache das cadeias e o levou de olhos fechados até o corpo de Kanak. Apache “viu a noticia” com muita tristeza, mas também com forte serenidade. No mesmo instante desceram pela janela Pantro e Fedegos que vêem a mesma cena.
O Ahroun Pantro teve de se segurar... e conseguiu. De uma forma (infeliz) todos estavam reunidos... Só faltava o Ronnin

Apache retirou a mordaça de prata da boca de Kanak e libertou o corpo do X deixando de lado e todos voltaram para a superfície através do fundo e voltaram-se pelo o lado direito da casa vendo assim, o Ronnin mais de perto podendo então contemplar o que acontecia em volta da grande fogueira.:
Próximo da fogueira estava uma bruxa fortemente gorda, com os cabelos soltos, vestida de um vestido roxo e com um pergaminho nas mãos lendo em direção ao Ronnin (na qual repetia: Tatsu, sua hora é chegada). (Ronnin desacordado) e uns 60 vampiros em volta da fogueira como que em transe. A natureza do ritual era desconhecida, mas era óbvia que não era boa...
Foi aí que wisky tomo a seguinte idéia(isso já era 3:00 da manhã e tudo começou as 0:00): dar a volta por trás das casas leste e sul até chegar por trás dos carros e vazar, quando o apache theurge insistiu que deveriam ficar para levar o Ronnin.
No caminho para trás do eco Sport (a falha crítica), eles foram avistados pela bruxa que ordenou que os vampiros atacasse, mas por outra falha critica (muito crítica) todos os vampiros em transe travaram e apenas dois guarda-costas da casa leste foram “ativados”. Nada temiam.... estáticos... enfeitiçados... armados com automáticas de prata, os vampiros se aproximavam cada vez mais disparando contra os carros “blindados” que os Garous estavam atrás (isso umas 4:00 4:30...)
Enquanto todos os Garous pensavam sistematicamente e ao mesmo tempo disparavam contra os vampiros suas armas (espadas e talz) e projeteis... os vampiros avançavam metros após metros (igualmente a zumbis...), por outro lado fedegos o filhote mais novo da matilha contorna a fogueira por trás (mais ao norte ainda) – de carro e enquanto a bruxa se preocupava com os Garous que já haviam matado os dois vampiros...
...nesse ínterim, Pantro dispara com a sniper e fura o pergaminho, invalidando o feitiço. E retornando aos poucos a consciência do Ronnin Preocupada/distraída com os Garous a feiticeira parece baixar a guarda para suas costas, situação perfeita para fedegos executar um golpe de grande glória: pegar uma das adagas que um dos personagens jogou e “abrir-lhe mais uma via respiratória na garganta mesmo!”... (claro que não foi só narração! O garoto atingiu 3 sucessos de 10! E assim jazia no chão uma espécie de gordura esverdeada e liquida escorria pela terra. Todos se assustaram pois a proeza tomava uma dimensão maior. A líder da transe dos vampiros havia “desligado” e agora seriamos enxovalhados por uma salva de tiros de prata, se não contássemos com um ultimo fator... a hora de hélios! Sim! Eram 5:50 e num período de dificuldade de desprendimento da tal transe, todos os vampiros foram queimados e se tornaram pó em poucos minutos. O alívio foi para todos, e em seguida apache libertou o Ronnin das amarras no pilar de execução. E este num salto mortal para trás ficou equilibrado em cima do mesmo pilar! Ao ver que sua katana estava nas mãos do filhote saltou de cima do pilar para próximo dele e tomou das mãos dele a katana apenas com um “muito obrigado”. Perguntou aos pupilos sobre kanak, mas só viu cabeças abaixadas... já havia entendido tudo. Desceu até o fundo do alojamento e apanhou o corpo do Kanak e levou-o até o centro daquela assembléia e disse: vocês! Não voltem a ser hominídeos dividam os pesos nos carros e retornem para o Caern. Eu vou levar o corpo do Kanak pela umbra.
Uma hora depois estavam todos no caern para o fúnebre rito. Todos foram se lavar no lago nos fundos do Caern e o Ronnin (que agora se chama tatsu de acordo com a feiticeira), levou o corpo do Kanak numa queda-d’água próxima onde lavava os ferimentos. Em seguida, Todos estavam apostos e de pé em frente o Caern, quando tatsu apareceu. Com um kimono todo preto e com muita seriedade. Seguiu tatsu para o local onde o corpo de kanak já estava enterrado apenas com a cabeça destampada. Tatsu disse umas palavras de conforto e sobre kanak voltar para o útero de Gaia alem de fincar o sabre do próprio kanak na cabeceira da cova. Depois, pegou o mel que estava num recipiente ao lado e derramou sobre o rosto do kanak (o mel fazia parte de um ritual de cura e restaurou parte dos ferimentos faciais de kanak. Em seguida o garou foi enterrado por completo e começaram-se os uivos por lamento... para finalizar a ritualística, fedegos colocou aos pés do de kanak uma flor e Pantro colocou uma camiseta do nirvana como símbolos de respeito e lembranças pessoais.