sei que tudo aki tá muito desenformado, mas um dia quem sabe, alguem cria coraagem e vem ler e visitar tudo isso... enquanto issoo...rs...
eu já vou postar aki de ante mão o que eu pretendo fazer pelas próximas 4 ultimas sessões da campanha pena de prata!
vai em tópicos...
Os "ós" são os "pontinhos" affa! ¬¬
o Passam-se dois meses depois “da chuva” e o ronin mergulhou numa profunda tristeza, podendo definir como uma depressão crônica; constantemente tomava a forma lúpus e ficava aos cantos da casa.
o Uma assembléia marcada (que será adiada e que será retomada dentro do metrô).
o A situação da terra começa a piorar, as noites começam a acontecer a partir das 14:00h e “ninguém” atina para isso; nas ruas um grande caos misturado com festa é gerado por conta das emissoras afiliadas à Pentex™ para “esquecer a tristeza e jogar tudo pra cima!”.
o Passam-se quatro meses.
o Numa de suas lamurias, o ronin os faz conhecer as Klaives.
o A festa continua nas ruas. Um misto de micareta com halloween e dia de los muertos segue varrendo as ruas, todos os dias desde as 14:00 até as 6:00... depois disso, o número de “foliões” caem consideravelmente e voltam a popular só depois das 14:00 (coincidência! Não?).
o Os Garous vão falar com o Marmud que com muita soberba não engole a situação.
o Na volta para o Caern. O trio elétrico “sangue bom” esta passando em frente e três “cadáveres” tentam se engraçar com margarida enquanto dona rosa tenta se livrar de dois bandidos num assalto ao caixa.
o Detalhe, na “piscina de sangue” estava havendo uma festa e um (apenas e suficiente um) vampiro “abre os olhos” e reconhece os Garous. (happy hour... He He He).
o De volta... dona Rosa morre por disparos das armas dos assaltantes e (se o wisky crinar) todos os NPCs do cenário deliram. Menos a margarida, que se declara para ele.
o Na rua, um Garou mendiga pão, seu nome: Juan, um peregrino silencioso mexicano. [se eles para casa, será “tudo” roubado].
o Passa-se o tempo... Mais um mês... mês das chuvas, um raio acerta a igreja católica e a torre do sino vem ao chão caindo no meio da escadaria. (obviamente outras catástrofes acontecem na cidade). Chovem pedras do tamanho até de uma bola de futebol em alguns bairros... muita gente morta com os crânios quebrados nas ruas... e segue a micareta “sangue bom”. ¬¬’.
o Algo chama a atenção dos Garous na igreja, eles sobem as escadas (ou descem pelo buraco da torre) e lá encontram com um ex-padre, com uma espingarda calibre doze nas mãos e um terço enrolado na mesma. O padre não teme os Garous na forma Crinos (imune ao delírio), e os reconhece do bueiro, (o antigo mendigo do bueiro) e diz que também é um “parente”. (sua esposa era uma Garou Fúria Negra e ele a conheceu em Roma enquanto era padre. Depois de conhecê-la, largou a batina, mas a Fúria Negra também o abandonou, deixando ele e o filhote ”perdido”. Após as primeiras transformações, o filhote entrou em parafuso e sumiu. O padre apenas está muito noiado, pois pensa que vê umas sombras se rastejando pelas paredes da igreja (os Garous decidem o que quiserem dele).
o Mais três meses se passam, o reservatório de água foi intoxicado e esvaziam-se os últimos “tonéis”.
o De uma forma estranha, os vampiros começam a tomar um tom cinza e isto eles não esperavam (lembrar que o alvo não são eles).
o Um mensageiro chega de moto e avisa para a matilha que recebeu uma noticia de que o Marmud se rendeu a Wyrm, em troca da vida do seu filho de volta. (o que obviamente denota que o prédio vai ser o cenário final).
o Neste ínterim, os Garous vão encontrar no meio da rua dois NPCs denominados: “a foice e o martelo”. Um casal de irmãos glabros. Foice a fêmea e o Martelo (respectivamente) o macho. Ambos crêem que o fim está próximo pois são dois Russos, e tem viajado da Rússia para os EUA e dos EUA para o México e do México para cá e tudo está igual ou pior. [se eles toparem andar com eles... +2 se não... tudo ok].
o As características da Foice e do Martelo: Russos, loiros, Grandes, ambos em Glabro. Ela armada com uma foice ritual e ele com um martelo, ambos Ahroun, Cria de Fenris.
o Os Garous vão fazer o velho metrô da cidade voltar a funcionar e parar na estação “sub” do prédio.
o Ao entrar no metrô, ronin trás uns sacos de panos enrolados onde ele trás Klaives de presente para cada um deles. (se eu conseguir de verdade seria muito legal). [em cada uma tem uma virtude escrita em glifo... tentar fazer isso também].
o Do 1º ao 8º andar... Pancadaria solta!
o 9º andar, boate vampírica (ou o que sobrou).
o 10º andar, A família Marmud completa juntamente com os glabros da família Amintas (rui e outros lobisomens de monocelha)... Hehehe.
o Antes de morrer, Marmud se mostra numa aparência de possesso e diz “que o buraco é mais em cima”.
o 11º andar. O mago “Gilberto Gil” controlava tudo, pois havia “sacado o sistema” da pedra papel e tesoura.
o A luta agora é em âmbito Penumbra/Umbra e os Garous vão pra porrada com seres disformes, sem densidade ou gravidade.
o Por fim, numa mistura de Real e Penumbra todos os Garous têm que segurar uma magia que o mago fez (tipo “djenkidama” – sei lá como se escreve isso) para não atravessar a película, porque se não tudo vai pelos ares. Nesta tentativa (semi-frustrada) pois em parte passa e em parte estoura no reino umbral, muitos sofrerão severas cicatrizes de batalhas (que serão literalmente sorteadas). [cicatrizes/cegueiras/paraplegia/demência/morte]
o Prédio demolido, mago morto, gnose restaurada e muito alta. O fim. Os Garous vêem em sua frente, uma gigante ponte da lua aberta. E dentro, todas as motivações. Dentre elas, a namorada do Arku-Negro, os pais impuros do Wisky juntos de cabeça erguida e sem vergonha por estarem juntos, Kanak com a camiseta do nirvana... (eles olham felicíssimos – que é o que eu quero promover a eles) e saem da vida para entrarem na história.
FIM
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
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